
saída de banho
faço o verão em suores de vasos d’água
onde tuas pedras atiradas com raiva hão de beber
onde te enalteces da resolução do sol
de me fustigar a vista no princípio de procurar-te
expositores de brincos e colares
vendem cristais e penas em barbantes e cobre
enquanto ventas as tiranias da areia em meus olhos
a piscina coberta do tempo capturando os nados
tudo tão sincronizado que estreitamos nas raias a fé
– água-viva em pedaços enterrada com bandeira amarela
esta minha morte de principiante
propagando a compaixão dos peixes
quando algas resíduos deste alarme
no vácuo das marés